terça-feira, dezembro 26, 2006

Acordo do meu sono leve
Saio do meu lar aconchegado
Observo minha pele pálida como a neve
Que contrasta com este mundo deslavado

Aqui sei que ninguém me quer
Preconceito é o que há mais
Mas como eu também aqui não sei viver
Não me importa o olhar dos demais

Procuro alimento e bebida
Sirvo-me do que aparece
Depois uma breve despedida
E toda a gente se esquece

Que aqui estive presente
Por pouco tempo e breve
No meu lar novamente
E um fechar de olhos me leva eternamente...

... para longe destes simples mortais.

Bloody kisses***Ari

2 comentários:

Dea disse...

Oh, Ari... :( Isso é tão triste... tão mau... tão... tão...
... tenho saudades tuas!!! ;-;
Gmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmdt**

Joana disse...

Wow, gostei imenso do poema.Esta forte !!A imagem é muito bonita, ja conhecia!
Good one!! ********