quinta-feira, janeiro 25, 2007

Mãos

Mãos que tentam alcançar
Um lugar para além do destinado
Mas não conseguem lá chegar
Pois não é esse o seu Fado

Presas nas pérolas negras
Tentam em vão fugir
Mas elas conhecem as regras
Dali nunca poderão sair

Brancas de frio e dor
Agitam as gotas escuras
Mas é grande o ardor
Um mal que não tem curas

Presas eternamente
Mais pálidas como a morte
Choram silenciosamente
Aquele destino sem sorte

Bloody kisses***Ari

2 comentários:

Dea disse...

Pobres mãos! ^^'
Gmmmmmmmmmmmmmmmmmmmdt, mãe!!!**

Joana disse...

Gostei do poema!
Achoe que estas a escrever cada vez melhor!
=)
***