quarta-feira, abril 04, 2007

Ninguém me cala

São fortes as correntes
Que me proibem de gritar
Que me prendem
E não me deixam falar

Quem me queria calar
Conseguiu sem duvida faze-lo
Pois agora mal consigo respirar
Quanto mais dizer o que penso

Sinto-me a sufocar
Ao ver tanta mentira
Isto faz-me desesperar
Querer a todo o custo libertar-me

Deste tormento
A que me sujeitam
Acabar com este sofrimento
Falar abertamente
Gritar livremente

Pois a mim ninguém me cala
Por mais que tentem!



"No dia em que não poder dizer tudo o que quero é porque morri"


Bloody kisses***Ari

2 comentários:

Samodiva Anheel Brujah disse...

gosto do poema, do desenrolar do tema deste... é de facto muito mau quando nos calam... é por isso que digo que gosto muito de ti =)*****

Joana disse...

E ninguem tem nada que te calar! Espero que não deixes realemnte faze-lo!
Gosto da força do poema =)****